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Rachel Sandler – 29/08/2019

Na última terça-feira, em resposta aos incêndios que estão tisnando a floresta amazônica, o Brasil proibiu queimadas legais por 60 dias, enquanto o Presidente Jair Bolsonaro enfrenta clamor internacional em razão de sua gestão da crise ambiental.

Sob o novo decreto assinado por Bolsonaro, todas as queimadas na Amazônia estão proibidas.

Há uma exceção para incêndios que ajudem na sobrevivência de plantas e para práticas de agricultura de subsistência das populações indígenas.

Cientistas concordam que os incêndios foram provavelmente causados por pecuaristas e fazendeiros que puseram fogo em arbustos e árvores, legal e ilegalmente para abrir espaço para desenvolvimento agrícola.

Ambientalistas alegam que Bolsonaro encorajou o desmatamento ilegal e dados da NASA demonstram que houve um aumento no fogo em 2019, o maior desde 2010.

Ressalva: a proibição pode trazer algum alívio para a área, mas não está claro se quem está realizando queimadas ilegais simplesmente ignorará o decreto.

Informação de fundo importante: Os incêndios provocaram um atrito pessoal entre Bolsonaro e o presidente francês Emmanuel Macron, que culminou na recusa, por Bolsonaro, de US$ 20 milhões em ajuda da França e de outros países de fora da América do Sul, enquanto apoio do Chile foi aceito.

Informação paralela: Contrariamente a uma estatística infundada que vem sendo espalhada por usuários de mídias sociais, a Amazônia não é responsável pela produção de 20% do oxigênio mundial. Ao invés disso, cientistas afirmam que uma função mais importante da Amazônia é sua habilidade de reter carbono.

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