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uniaoafricanaA União Africana (UA) foi criada em 2002, em substituição à antiga Organização da Unidade Africana.
 
A União Africana tem atuado na mediação e prevenção de conflitos, como nos casos da Somália e do Sudão. Um dos princípios consagrados em seu tratado constitutivo e que tem contribuído para a defesa da democracia no continente é aquele que estabelece a condenação e rejeição a mudanças inconstitucionais de governo. Criado em 2004, o Conselho de Paz e Segurança da União Africana foi concebido para atuar diante de circunstâncias graves nos países-membros – tais como crimes de guerra, genocídio ou crimes contra a humanidade. A disposição de intervir em tais situações é, em si, outro elemento inovador da organização.
 
A vertente econômica da União Africana – a Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD) – tem privilegiado projetos de cooperação internacional nos quais o conceito de "parceria" se sobreponha ao da "assistência", com vistas a fomentar efetivo desenvolvimento no continente. Esse é outro exemplo do empenho africano, estimulado pela UA, de engajar-se ativamente na solução dos problemas que afetam a região.

A União Africana tem contribuído de maneira significativa para a evolução institucional do continente, passando a capitanear o chamado "renascimento africano" e forjando um novo perfil para a África – caracterizado, sobretudo, pela modernização das instituições políticas e das estruturas econômicas. As iniciativas da União Africana estão voltadas ao respeito aos direitos humanos, à abertura econômica e à transparência administrativa nos Estados-membros.
 
A União Africana é ator de grande importância para a política externa brasileira, pois é foro incontornável para articular e impulsionar iniciativas em várias áreas – da política à economia, da agricultura ao desenvolvimento social. A abertura da Embaixada do Brasil em Adis Abeba, sede da União Africana, em 2005, refletiu o interesse brasileiro em acompanhar as atividades da organização. O Brasil tem sido convidado, desde então, a participar dos principais eventos da UA, na condição de observador.

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