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Em 2001, a Assembleia Geral da ONU determinou a realização , em duas fases, de uma Cúpula Mundial sobre Sociedade da Informação (WSIS), com o objetivo de fomentar propostas para o desenvolvimento inclusivo da Sociedade da Informação.
 
Ao final da primeira fase da Cúpula, em 2003, aprovou-se o “Plano de Ação de Genebra”. Inspirado nas Metas de Desenvolvimento do Milênio, O Plano de Genebra estabeleceu dez objetivos relacionados ao acesso e ao uso das tecnologias da informação e das comunicações, para cumprimento até 2015, com especial atenção às necessidades dos países em desenvolvimento. O documento também estabeleceu 11 linhas de ação para a construção r de uma Sociedade da Informação inclusiva e para o aproveitamento do potencial das tecnologias digitais para promover o desenvolvimento.
 
Aprovada na segunda fase da Cúpula, realizada em 2005, a “Agenda de Túnis” propôs o modelo multissetorial para a governança global da Internet e criou o “Fórum de Governança da Internet” (IGF), além de fomentar a implementação do Plano de Ação de Genebra e tratar do seguimento das recomendações da WSIS.
 
A WSIS marcou a entrada definitiva, na agenda internacional, das questões relacionadas às tecnologias da informação e das comunicações, incluindo, seus usos na promoção do desenvolvimento e a redução do hiato digital. Desde então, o Plano de Ação de Genebra e a Agenda de Túnis têm orientando as negociações internacionais sobre tecnologias da informação e das comunicações.
 
A atuação do Brasil nas reuniões da Cúpula e no seu seguimento tem sido marcada pela defesa de um sistema multilateral, multissetorial, democrático e transparente de governança da Internet, refletindo o modelo adotado no Brasil.
 
Nos âmbitos bilateral e regional, mediante projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento, o Itamaraty busca contribuir para a implementação de iniciativas nacionais voltadas à massificação do acesso à banda larga, à capacitação no campo dessas tecnologias e à promoção de software livre e de ferramentas de governo eletrônico. Também busca atrair investimentos estrangeiros e promover a instalação, no Brasil, de centros de pesquisa e desenvolvimento ligados à indústria de alto conteúdo tecnológico.

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