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1 (Informativa)

Em 1º de junho, ocorreu ruptura do Oleoduto Trans-Equatoriano (SOTE) em razão das constantes chuvas na região da província de Sucumbíos, no Equador. As autoridades equatorianas informaram à Embaixada do Brasil em Quito que avaliam em 6.800 barris a quantidade de petróleo vazada durante o acidente. Após o vazamento, a mancha de petróleo formada deslocou-se pelo rio Napo em direção ao território peruano. A maior parte do petróleo permanece, contudo, em território equatoriano.

O Governo equatoriano informou já ter tomado todas as providências para a mitigação do acidente. A Petroecuador divulgou nota segundo a qual a empresa “Clean Caribbean & Americas”, que atuou na recente limpeza do Golfo do México, por ocasião do acidente naquela região, está trabalhando, em conjunto, na limpeza da área afetada. No Peru, a Capitania dos Portos em Iquitos, em coordenação com outros ministérios daquele país, montou barreira de contenção na região do Cabo Pantoja, no rio Napo, no sentido de impedir o prosseguimento da mancha de petróleo.

O Brasil ofereceu auxílio ao Equador e ao Peru para apoiar os trabalhos de contenção e dispersão da mancha de petróleo nos dois países. Nesse sentido, técnicos brasileiros permanecem à disposição das autoridades de ambos os países.

O IBAMA, a Marinha do Brasil e a ANP encontram-se de sobreaviso para a eventualidade de que a mancha de óleo chegue ao País.

As embaixadas do Brasil em Quito e Lima estão em contato permanente com as autoridades daqueles países, a fim de manter o Governo brasileiro informado sobre a evolução dos acontecimentos no Equador e no Peru.

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