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O Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle, realizará visita ao Brasil entre os dias 13 e 16 de fevereiro de 2012.

Em Brasília, será recebido pelo Ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, e pelo Ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Em São Paulo, o Ministro Westerwelle será recebido pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp e pelo Governador Geraldo Alckmin. No Rio de Janeiro, manterá encontro com o Governador Sérgio Cabral Filho.

Em seguimento ao encontro entre a Presidenta Dilma Rousseff e o Presidente Christian Wulff, realizado em Brasília, em maio de 2011, os Ministros Patriota e Westerwelle examinarão o aprofundamento da Parceria Estratégica Brasil-Alemanha. Temas como desenvolvimento sustentável, energia, infraestrutura, educação, ciência, tecnologia e inovação são centrais na cooperação bilateral. Dez mil estudantes brasileiros serão recebidos em universidades alemãs até 2014, no âmbito do programa "Ciência sem Fronteias". O Brasil será o país-tema da Feira Internacional de Tecnologias da Informação e das Comunicações (CeBIT), a ser realizada em Hannover, entre 6 e 10 de março.

Os Ministros tratarão, também, da visita da Presidenta Dilma Rousseff à Alemanha, em março próximo.

Serão igualmente examinados assuntos de interesse global, como a situação financeira internacional, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), a reforma das instituições de governança política e econômica. Juntamente com Índia e Japão, Brasil e Alemanha compõem o G-4, grupo empenhado na reforma das Nações Unidas.

A Alemanha é o principal parceiro comercial do Brasil na Europa – e o quarto parceiro comercial brasileiro no mundo. Em 2011, o volume de comércio bilateral atingiu o valor recorde de US$ 24,25 bilhões, o que representa aumento de 17,2% em relação a 2010. No ano passado, as exportações brasileiras para a Alemanha registraram crescimento de 11,1% em relação ao período anterior, superando US$ 9 bilhões. Os dois países têm interesse em incrementar a cooperação entre pequenas e médias empresas, com vistas a fortalecer a pesquisa aplicada à indústria. Mais de 1.200 empresas alemãs estão instaladas no Brasil. Estima-se que a contribuição destas empresas para a formação do PIB brasileiro esteja em torno de 8% a 10%.


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