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O governo brasileiro tem acompanhado com atenção os desdobramentos das eleições gerais e regionais realizadas na República Cooperativa da Guiana, em 2 de março do corrente ano.

Passados quatro meses do pleito, o governo brasileiro avalia que protelar a conclusão do processo eleitoral representa séria ameaça para a estabilidade na Guiana e um afastamento dos compromissos democráticos que o país deve observar no contexto regional e hemisférico.

O governo brasileiro conclama as forças políticas guianenses a respeitarem a vontade popular emanada das eleições, em linha com a recente sentença da Corte Caribenha de Justiça, de modo a garantir o pronto anúncio oficial dos novos representantes do país.

O governo brasileiro endossa as conclusões da missão de observação eleitoral da CARICOM no que diz respeito à lisura do procedimento de recontagem dos votos e subscreve os apelos feitos pela Comunidade e pela Organização dos Estados Americanos pela conclusão do processo eleitoral. Da mesma forma, o Brasil soma-se às declarações da CARICOM, da OEA, da União Europeia, dos Estados Unidos, do Reino Unido, e do Canadá, ao apontar a ausência de impedimentos para a declaração dos resultados finais com base nos votos apurados no processo de recontagem.

O governo brasileiro exorta a Guiana, Estado Associado do MERCOSUL, a permanecer entre as nações sul-americanas comprometidas com os princípios democráticos mais elevados.

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