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O Brasil obteve hoje uma importante e justa vitória, ao ser reeleito, com expressiva votação, para o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH). O Brasil continuará a ocupar assento no período 2020-2022. O mandato terá início em 1º de janeiro de 2020.

A eleição ocorreu, em Nova York, durante a 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Com 153 votos recebidos, de 193 possíveis, o Brasil foi o país mais bem votado no grupo latino-americano e caribenho. Na eleição anterior, em 2016, o Brasil recebeu 137 votos. Esse resultado demonstra o sólido reconhecimento internacional das credenciais do Brasil em matéria de promoção e proteção dos direitos humanos.

O governo brasileiro cumprimenta Alemanha, Armênia, Coreia do Sul, Japão, Ilhas Marshall, Indonésia, Líbia, Mauritânia, Namíbia, Países Baixos, Polônia e Sudão, que também ganharam assento no órgão. Enaltece também a Costa Rica, que alcançou número significativo de votos, mesmo tendo entrado no pleito tardiamente.

Infelizmente, para a segunda vaga reservada ao grupo latino-americano e caribenho, foi eleita a Venezuela do regime ilegítimo de Nicolás Maduro. Tal fato revela que ainda há muito a ser feito para a conscientização da comunidade internacional a respeito do estado catastrófico dos direitos humanos naquele país e mostra as deficiências do sistema multilateral na área dos direitos humanos, por cuja correção o Brasil trabalhará. O Brasil atuará, inclusive, para que o ingresso da Venezuela no CDH neste momento não se torne, em hipótese alguma, fator de legitimação da ditadura Maduro.

O Brasil continuará a atuar no Conselho de Direitos Humanos e nos demais órgãos das Nações Unidas para promover a liberdade, a dignidade e os direitos humanos ao redor do mundo.

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