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Será realizada em Montevidéu (18/12) a 53ª edição da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados. O encontro será precedido, no dia 17/12, pela Reunião Ordinária do Conselho do Mercado Comum (CMC), órgão decisório de nível ministerial. A Cúpula de Chefes de Estado encerra a Presidência Pro Tempore Uruguaia (PPTU) do Mercosul, exercida durante o segundo semestre de 2018.

Ao longo da PPTU, o Mercosul avançou tanto em sua agenda externa quanto nos temas intrabloco. A agenda de entendimentos extrarregionais incluiu tratativas com União Europeia, EFTA, Canadá e Coreia, além da reunião presidencial Mercosul-Aliança do Pacífico e o lançamento de negociações comerciais com Cingapura. O processo de fortalecimento econômico-comercial ampliou-se com a negociação de protocolo de boas práticas e coerência regulatória e de acordo para um novo regime aduaneiro de bagagem do Mercosul; o início das negociações sobre um acordo de facilitação do comércio alinhado às determinações da Organização Mundial do Comércio; e a reforma do regulamento do FOCEM. A agenda da cidadania avançou com a conclusão de negociações nas áreas de mobilidade acadêmica e profissional, cooperação jurídica em áreas de fronteira e combate ao crime organizado.

A Cúpula de Montevidéu consolida um ciclo virtuoso, iniciado em 2017, de quatro presidências semestrais. A partir do resgate dos valores fundacionais do bloco - integração econômico-comercial, democracia e cidadania – o Mercosul tem alcançado resultados concretos em benefício de empreendedores e cidadãos. O Mercosul hoje representa o equivalente à quinta maior economia mundial, com PIB de US$ 2,7 trilhões. Mais de 10% das exportações brasileiras têm como destinos os demais sócios do bloco, e 89,1% dessas exportações são produtos manufaturados. Desde a criação do Mercosul, o comércio entre os sócios multiplicou-se por nove, passando de US$ 4,5 bilhões em 1991 para US$ 40,4 bilhões em 2017.

Ao final da Cúpula, a Presidência Pro Tempore do bloco será transmitida à Argentina.

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