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Tendo em vista recentes anúncios de governos e parlamentos – com pontos de vista opostos – sobre Jerusalém, o Brasil reitera os termos de sua nota 409, de 7 de dezembro de 2017, e pede a todos que se abstenham de ações unilaterais que possam comprometer o resultado das negociações sobre o status final da cidade.

Nesse sentido, o governo brasileiro entende que o status de Jerusalém será definido nas negociações entre israelenses e palestinos para o estabelecimento de dois estados, dentro de fronteiras delimitadas com base nas linhas de junho de 1967, internacionalmente reconhecidas, e com livre acesso aos lugares santos das três religiões monoteístas, nos termos das resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

O Brasil mantém relações diplomáticas com Israel desde 1949 e reconheceu o Estado da Palestina em 2010.

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