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Em resposta ao artigo “Diplomatas relatam casos de assédio dentro do Itamaraty”, publicado no jornal “O Globo”, no dia 1º de dezembro de 2015, o Ministério das Relações Exteriores encaminhou as seguintes cartas aos editores do jornal, assinadas respectivamente pelo Ministério e pelo Diretor do Instituto Rio Branco:

Carta do Ministério das Relações Exteriores

“O Ministério das Relações Exteriores agradece ao jornal 'O Globo' pela pronta correção das referências ao Diretor do Instituto Rio Branco na matéria 'Diplomatas relatam casos de assédio dentro do Itamaraty', publicada tanto na versão impressa quanto na digital.

O reconhecimento do erro pelo jornal contribui para atenuar a grave ofensa ao Embaixador Gonçalo Mourão, atual Diretor do Instituto, reconhecido pela instituição e por seus colegas como diplomata de reputação ilibada, que não pode ser atingido em sua honra pela reprodução equivocada de acusações anônimas.”

 

Carta do Diretor do Instituto Rio Branco, Embaixador Gonçalo Mello Mourão

“Sou Diretor-Geral do Instituto Rio Branco do Ministério das Relações Exteriores há pouco menos de três anos. Matéria publicada na página 8 da edição de O Globo do dia 1 de dezembro, assinada pela repórter Catarina Alencastro, reproduz declaração anônima, no sentido de que uma diplomata "recém aprovada no concurso para o Itamaraty" teria sofrido perseguições e assédios, que depois se repetiram com outra colega sua, "pelo Diretor do Instituto Rio Branco". Diretor do Instituto Rio Branco em concursos recentes, sou eu ; e a afirmação anônima, endossada pelo artigo assinado da repórter, comporta acusação aleivosa e mentirosa, feita de modo irresponsável, que não posso aceitar nem de anônimos nem, muito menos, de uma repórter desse conceituado jornal. Agradeço a publicação, ainda que não assinada, da "Correção" sobre o assunto na página 10 da edição de hoje mas muito agradeceria também o obséquio de publicar esta carta, em nome de minha honra, bem como solicitar à repórter Alencastro que se digne, ainda que particular e pessoalmente, já que não se dignou a fazê-lo em público como fez com sua matéria, manifestar qualquer espécie de desculpa pelo falso testemunho que publicou, em nome até mesmo da dignidade de sua profissão.”

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