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Exposição Fayga Ostrower

Mais do que qualquer obra de Oscar Niemeyer, o projeto da sede do Ministério das Relações Exteriores para a nova capital foi o resultado de um extraordinário esforço colaborativo que mobilizou os melhores criadores brasileiros, muitos dos quais receberam encomendas de obras para integrar as estruturas e os interiores o Palácio Itamaraty.

Um aspecto pouco conhecido deste projeto é a coleção de obras de arte para os gabinetes e espaços de trabalho do bloco administrativo. Cada sala de espera recebeu uma coleção de gravuras de um importante artista contemporâneo, uma forma simples de divulgar a arte brasileira junto ao público estrangeiro que diariamente visita o Itamaraty.

Um dos destaques da coleção de gravuras do Ministério é o políptico de sete partes realizado por Fayga Ostrower especialmente para o Palácio dos Arcos. Esta obra é resultado de uma longa colaboração com o Itamaraty, que remonta aos anos 1950, e envolveu a realização de exposições da artista brasileira ao redor do mundo e a encomenda de obras para presentear chefes de estado e de governo estrangeiros que visitam Brasília.

Com esta exposição, o Ministério das Relações Exteriores busca não apenas apresentar ao público brasileiro um acervo ainda pouco conhecido, mas também contar um pouco da história da difusão da cultura brasileira no exterior.
Fayga Ostrower

Artista plural, Fayga Ostrower (1920-2001) criou gravuras, aquarelas, desenhos, ilustração de livros e poemas, capas de livros, estampas de tecidos, joias e

Painel do Itamaraty

O Painel do Itamaraty constitui síntese das questões trabalhadas por Fayga Ostrower. Um privilégio para os olhos do visitante.

Caminho

Realizadas em serigrafia, estas obras compõem um álbum temático CAMINHO. Nelas revelam-se os tempos da experiência humana, no âmbito da Natureza.  

Imagens imaginárias

No conjunto das litografias, outra possibilidade imaginativa explorada por Fayga Ostrower, emergem paisagens imaginárias.

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