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Muito bom dia,
(nominata)

É uma imensa alegria e uma honra para mim participar dessa edição do Brazil Investment Forum e contribuir para a ambiciosa e corajosa agenda de transformação do Presidente Jair Bolsonaro. Grande parte dessa agenda de transformação se baseia no relacionamento externo. Para aumentar a competitividade, para aumentar a produtividade, gerar empregos, gerar oportunidades para todos, é necessária a abertura do país para o que há de mais avançado tecnologicamente, para o que há de mais avançado em termos de padrões de políticas públicas e de governança, para a plena integração do país às cadeias globais de valor.

Para isso, precisamos de parcerias. Precisamos, por exemplo, da parceria extraordinária que já temos com o BID, que continue gerando novas ideias. No jantar de ontem, conversando com o ministro Paulo Guedes e com o presidente do BID, já surgiram novas ideias, coisas que podemos fazer juntos, parcerias com todos os senhores, com todos os investidores.

O Itamaraty se orgulha de ser parte dessa construção de um novo Brasil. Todos nós aqui, representando diferentes ministérios, nos orgulhamos certamente disso. São vinte e dois ministérios e vinte e dois pilares desse projeto, desse imenso projeto de transformação. Acabei de contar, nós temos aqui dez ministros do governo brasileiro. Dentre os vinte e dois, é quase metade do gabinete. Acho que isso é um sinal extraordinário da relevância que nós atribuímos a esse foro e à coordenação, ao contato, ao diálogo com o setor privado, com os investidores. Não é todos os dias que nós vemos esse nível de compromisso.

A Apex, ligada ao Itamaraty, mas conduzida por um conselho que tem, além do Itamaraty, o Ministério da Economia, Ministério da Agricultura, vários outros órgãos do governo e órgãos do setor privado, é um símbolo desse trabalho em conjunto, dessa coordenação do governo brasileiro e é um instrumento dessa política de engajamento externo, de abertura e de orgulho de ser quem somos.

Nós já deixamos claro em várias ocasiões, o presidente já deixou isso claro em muitas ocasiões que liberdade econômica e liberdade política vão necessariamente juntas. Estamos convencidos de que o eixo do patriotismo é aquele que faz rodar para a frente, finalmente, o Brasil. Administrações anteriores, algumas, acho que infelizmente nem tentaram a transformação, tentaram apenas aprofundar uma certa estrutura de poder. Outras tentaram reformas, mas sem a convicção. Acho que tentaram um liberalismo sem povo. E pela primeira vez nós estamos tentando fazer um liberalismo com o povo. Tentamos fazer no passado, tentou-se fazer um liberalismo sem liberdade, um liberalismo de fachada, que não mexia com as estruturas seculares de poder do Brasil, um liberalismo que não desafiava o sistema de atraso.

Agora nós desafiamos e, com isso, podemos ter uma política comercial que faz comércio, uma política de infraestrutura que faz infraestrutura, uma política educacional que educa, uma política ambiental que cuida do meio ambiente, uma política de tecnologia que atrai tecnologia e assim por diante, porque o povo brasileiro está mobilizado em torno desse projeto do presidente Jair Bolsonaro, porque estamos nos ligando às cadeias globais de valor e também estamos nos ligando aos valores do povo brasileiro.

Os resultados desse novo engajamento, interno e externo, já se fazem sentir. No caso da frente externa, na conclusão dos dois maiores acordos extrarregionais já negociados pelo Mercosul, como já foi mencionado, com a União Europeia e EFTA, se faz sentir na muito produtiva e benéfica aproximação com os Estados Unidos da América, também com outros grandes parceiros com os quais tínhamos um potencial que não era explorado, como o Japão, como Israel. Também nas relações muito produtivas e densas que estamos desenvolvendo com outros importantes parceiros, como a China e os países árabes, para onde brevemente faremos uma importante viagem, ou seja, estamos nos integrando no mundo, estamos nos integrando na região, estamos integrando a região.

Trouxemos uma filosofia de integração aberta à América do Sul, à América Latina, que era talvez a visão original da integração, mas que havia sido abandonada, uma visão que une economia de mercado e a democracia, ou seja, o mesmo projeto que temos para o Brasil, mas queremos que seja o projeto de toda a região: liberdade econômica e liberdade política. Nós estamos vivendo uma extraordinária abertura, um extraordinário aumento do leque de opções. Estamos prontos, nesse sentido, por exemplo, para começar o nosso processo de adesão à OCDE. Isso reforçará toda essa dinâmica e toda essa agenda que nós temos. Eu tenho a convicção de que as discussões e os intercâmbios dessa edição do Brazil Investment Forum muito contribuirão para que nós continuemos nesse caminho de entrega de resultados que atendem aos interesses dos brasileiros e acho que podem contribuir também para a região e para o mundo, ao criar um país mais próspero, dinâmico e com oportunidades de crescimento para todos. E ao mesmo tempo um país mais fiel a si mesmo.

Muito obrigado.

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