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Jornalista: ...a sua posição, porque o acordo em Honduras, a gente não conseguiu gravar lá.

Jornalista: Só repete de novo, Presidente, porque a tradução atrapalhou a gente.

Presidente: Sobre Honduras, eu penso que aconteceu o que deveria acontecer, ou seja, prevaleceu o bom senso: fazer um acordo, convocar as eleições e Honduras voltar à normalidade. Qual é a lição que fica para todo mundo? É que ninguém aceita mais golpe militar, que todo mundo deseja o fortalecimento da democracia.

Jornalista: A informação que o senhor tem é que esse acordo está fechado e que o presidente Zelaya vai estar à frente da Presidência no dia 29?

Presidente: Veja, a informação que eu tenho me foi dada pelo ministro Celso Amorim, que falou com o presidente Zelaya, e que ele concordava com o acordo. Agora é preciso apenas ser aprovado no Congresso hondurenho. Aprovado, ele volta, tem o processo eleitoral e Honduras volta a ter paz e a eleger o novo presidente.

Jornalista: O senhor está contente com o acordo, Presidente? O Congresso não foi a favor do golpe, junto com a Suprema Corte? O senhor não teme que... enfim, isso não chega a...

Presidente: Mas, veja, houve um acordo. Eu espero que o acordo, agora, seja cumprido, porque o que aconteceu, na verdade? O Micheletti descobriu que não é possível governar contra a vontade da maioria do povo. Já é difícil governar quando tudo está a favor, agora, quando tudo está contra é muito mais difícil. Eu acho que termina bem.

Jornalista: E a participação do Brasil (incompreensível)?

Jornalista: Em relação às bases militares, o acordo com as bases que foi firmado hoje, Presidente?

Presidente: A participação da OEA, a participação de todos os países da América do Sul foi muito importante. (falha na gravação) Embaixada brasileira, eu dizia que ele era nosso hóspede porque estava na nossa casa e que nós não iríamos entregá-lo a ninguém. Então, eu acho que o Brasil fez muito bem de tomar essa posição, e prevaleceu a verdade.

Jornalista: A ação contra o Brasil, o senhor acha que acaba agora essa ação?

Presidente: Eu acho que acaba, porque não há sentido. O Brasil fez o que qualquer Brasil [país] democrático faria. Veja, nem o Pinochet teve coragem de fazer qualquer coisa contra a Embaixada de Cuba quando tiraram a bandeira de Cuba da Embaixada, no Chile, e a Embaixada sueca foi lá e colocou a bandeira sueca na Embaixada de Cuba e disse "Agora a Embaixada é nossa". Pinochet não se meteu. E todos os exilados ficaram na Embaixada de Cuba. Eu acho que qualquer país do mundo faria o que o Brasil fez.

Jornalista: Presidente, (incompreensível) as bases militares na Colômbia?

Presidente: Veja, vamos esperar porque o que nós tínhamos que conversar com o Uribe, já conversamos.

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